Quarta-feira, 9 de Fevereiro de 2011




As palavras chegariam? ao Mundo inenarrável onde inexprimido e impossibilitado disso, o entendimento se resume a tácita e cúmplice mudez do estático e puramente estético plasticizando em grandes pedaços de lama coladas com cuspo, num semblante monolitico. Ainda que nesse elenco estranhamente bizarro assome o familiar de gesticulações quotidianas geladas em pragmatismo da inconsequência, gestos do evidente sentado no trono barato da pleurisia cerebral. Festejam sorrindo esturdiamente, com efeito, sem qualquer tipo de vocabulário a não ser o que usam para mendigar coisas.

Pois essas palavras que possuem, algumas, não lhes valem para designar a trama complexa, mas somente para chamar ladrões de não sabe aos carcereiros de si que próprio se farda. Contudo, imersos não de um Devir dramaticamente negativo, mas apenas e segundo uma lei que lhes escapa parecendo zombar da sua forma embrulhada sem discurso certo. Serão porventura crianças felizes com os brinquedos que lhes foram destinados, e lhes bastam....

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